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18 de fev. de 2011

Casa Arte & Cultura - o endereço da magia

 
A Casa Arte & Cultura Divinópolis, desde o dia de sua inauguração tem recebido todo tipo de demanda quando o assunto é pedagogia aliada à cultura. Novos métodos e também os convencionais são adotados. Profissionais de várias formações estão à frente desse empreendimento inovador. São cerca de setenta alunos com idade acima de dois anos. Entre reformas, pinturas e adequação de espaços, a Casa caminha para fechar seu primeiro ano de atividades desenvolvidas e já é motivo de muita curiosidade para todos que a visitam. 

Estimular criatividade - incentivar cultura - liberdade de expressão

A Casa Arte & Cultura proporciona um leque de atividades culturais. A idéia é trabalhar cada profissional, na sua área específica de atuação, mas, de uma forma mais integrada, através da realização de cursos e oficinas. É o contato corporal e com tudo que está à nossa volta que acalma, desperta e promote revelar, alguma identificação.
A Casa Arte & Cultura promove cursos e encontros - movimentos teatrais, música aliada ao artesanato e as artes plásticas; tudo isso num espaço aberto aos artistas, a consumidores de cultura e a toda comunidade. Disponibiliza ainda: oficina de xadrez com a professora Sandra, laboratórios de línguas com Adriana e a gastronomia infantil com a Flávia Alvim.
Para a direção do projeto: Casa Arte & Cultura Divinópolis, a idéia é transcender essa questão do pagamento de mensalidade para custear o projeto. Que se possa, com o tempo e através das Leis de Incentivo, promover a realização de oficinas e até mesmo de cursos de formação para profissionais, gratuitamente e que garantam a continuidade desse propósito - através de agentes multiplicadores.

A Casa oferece entre diversas iniciativas, uma galeria de arte que é aberta ao público, em horário comercial. O espaço abriga as Mostras de: Nilton Bueno, Wiheimus Leonardus, Mário Teles e a Exposição de banner’s do Movimento Literário Barkaça. Ainda, no espaço: mandalas de Guilerme e as fotografias de Toni Palladino que chegou para a Casa como agente de saúde; numa visita de rotina. A artista Karol Canto e também Maria Clara Del Pino disponibilizaram algumas de suas obras para compor a mostra que não é permanente. 

Palma Pé - novo método supera expectativas

Na verdade esse sonho é antigo. Eu, juntamente com a Vânia Ordones, tínhamos essa idéia: de montar um espaço que aliasse a música ao teatro. Eu dei aula de percussão para as filhas da Leandra e ela deu uma turbinada nessa vontade nossa - um sonho antigo que se concretiza com a efetivação de um espaço. A Leandra, a Vânia e as outras meninas da equipe montaram a Casa. Eu entrei, meses depois. (Daniel Penido - responsável pela oficina de musicalização).

O método recém criado e adotado, Palma Pé é uma metodologia muito rica para ser aplicada no aprendizado tanto de crianças, como de jovens e adultos. Até mesmo, para a terceira idade. Nas aulas de musicalização, a gente não se prende as técnicas e teorias. Trabalhamos mais os elementos que motivam os alunos. (Daniel Penido - responsável pela oficina de musicalização).


Ações para o futuro

Um projeto da Casa na versão itinerante está em andamento - a proposta é criar um espaço no formato de uma tenda e realizar as atividades promovidas na Casa nas praças, em bairros - carentes de espaços destinados à prática da cultura.
Comunidades rurais também receberão visitas da Casa Itinerante. Também uma biblioteca móvel está nos planos desta grande família que é a Casa de Arte & Cultura Divinópolis.

Um jardim sensorial está sendo planejado para que as crianças pisem na grama, na areia, na terra - essencialmente estar em contado com a terra e as plantas - uma forma sensorial de experimentar. Também um borboletário está nos planos da direção; assim como a exposição de alguns animais de pequeno porte.

Lançamento de livro, Noite da Música e Poesia (Caldos e Modas de Viola) são propostas extracurriculares que podem acontecer mensalmente na Casa.
A Casa da Arte & Cultura pretende que as pessoas se sintam mais felizes e que sejam capazes de melhorar por iniciativa delas, o coletivo.

Como formiguinhas e o colibri

Para os autores desta iniciativa “a idéia é estabelecer parcerias e ampliar esse movimento de artes variadas; aos poucos e sucessivamente - um trabalho de formiguinha e de um colibri”.
Fora os projetos que estão em pleno curso na Casa, existem outros.

O músico e professor, Heraldo Amaral está realizando oficinas de violão clássico - um parceiro para esta iniciativa inédita.
A Casa da Arte & Cultura Divinópolis oferece, entre outras opções: oficinas de bateria, violão, percussão - a musicalização como trabalho corporal.
A Casa da Arte & Cultura se propõe a promover o contato com a música, através de um trabalho corporal. A oferta é de vivências.

A Casa proporciona uma abertura para atender as pessoas com necessidades especiais - um espaço para inclusão.
Para os portadores de necessidades especiais são trabalhadas: a sensibilidades e o reflexo, através da música, das estórias contadas, das imagens e dos sons.
O aluno Renzo Alvim (foto) recebe atendimento do professor Daniel Penido. Para o professor Daniel “trabalhar a música como porta de entrada favorece a audição, no momento em que é executada a marimba - instrumento que proporciona momentos mágicos”, define Penido que também é o percursionista da dupla sertaneja: Gino & Geno. 

A Casa da Arte & Cultura vem proporcionar aos meninos, arte, lazer associado à literatura e a música. Os meninos estão encantados. Estão tendo uma oportunidade de buscar esses conhecimentos que hoje, muitas vezes, ficam esquecidos. Meus filhos gostam muito. Demonstram que estão felizes por estarem aqui. (Flávia Alvim Aguiar – mãe de Júlia, Renzo e Matheus.
Flávia tem três filhos: Júlia (oficina de xadrez), Renzo (oficina de música) e Matheus de apenas dois anos (oficina de teatro).

 Casa Arte & Cultura - o endereço de grandes iniciativas

Viviane Mesquita, moradora do bairro Sidil tem dois filhos que fazem oficina no projeto: Casa - Arte & Cultura.
[...] Essa iniciativa é muito importante. Minha filha de quatro anos está fazendo oficina de teatro e o meu filho de sete anos, faz a oficina de violão. É a primeira vez que vejo falar de uma casa neste estilo aqui em Divinópolis e acho que vai fazer o maior sucesso.(Viviane Mesquita).

Já para o filho de Viviane, Gustavo (07), em seu primeiro dia de oficina, dispara: - “escolhi violão por gostar de música e do instrumento. Estou achando tudo muito bom”, finaliza o aprendiz de violão que já prepara para dar seus primeiros acordes.

[...] É uma oportunidade que se tem de trabalhar com crianças e também com adultos. Ensinar, trabalhar, aprender com eles. (Fábio - professor de musicalização e violão). Fábio ministra cerca de dez aulas por semana e existem horários que já contam com grupos que têm de três a quatro alunos.

A Casa é o endereço da magia; onde além de grandes iniciativas, estimula-se a criatividade, incentiva-se a cultura e pratica-se a liberdade de expressão.

  • A direção informa que para se candidatar a uma data para exposição, deve-se preencher um cadastro. A demanda tem sido tanta que na agenda, datas; somente para 2011.

Vânia Ordones - a arte como diferencial

Vânia Ordones tem como especialização arte e educação, vivências e práticas. Trabalha com contos, teatro, projetos sociais - uma vasta biografia que a fez participar de peças teatrais de autoria do diretor e poeta, Osvaldo André, cursos em BH e posteriormente; a participação do Grupo Expressão de teatro de rua, sua grande escola.          
Ordones não sabe dizer ao certo quando tudo começou. Lembra apenas que sempre foi educadora e que trabalhou com crianças, adolescentes e adultos - priorizando seu grande diferencial, que é a arte. Ela sempre acreditou na cultura e na arte como forma de transformação.
Com passagens de contação de estórias pela Biblioteca Pública Municipal Ataliba Lago, a convite de Sérgio Resende; e de ter participado por oito anos do Projeto da Boutique do Livro.
[...] A insistência resiste ao cansaço, surge à possibilidade de um espaço abrigar as idéias , comenta descontraída a operária dos sonhos. (Vânia Ordones - contação de estórias e direção)

Um sonho que virou realidade

Para quem desejava apenas um cômodo, um pequeno espaço para reunir e acondicionar em malas circenses: sonhos, ideais, e fundamentalmente, idéias - esse momento, agora foi consumado, tornando-se mágico. Perto do nada, ao alcance de tudo, a incansável Vânia Ordones percorreu uma grande estrada para poder abrir as portas da Casa Arte & Cultura - uma iniciativa pioneira que ainda está no seu nascedouro, de forma independente; sobrevivendo da arte e do simples prazer em fazer.

[...] A procura de um espaço para abrigar o projeto da Casa, já existe há tempos. Era preciso criar um espaço que gerasse e que movimentasse a arte e a cultura. Ao final do ano passado apresentei este projeto a Leandra Pirfo (atual sócia no empreendimento) que pôde conferir de perto os resultados desta iniciativa. Suas filhas participaram de oficinas e Leandra Pirfo pôde notar os avanços no comportamento de suas filhas depois delas participarem de aulas de educação artística, de movimentos e de experimentar algo novo em suas vidas. (Vânia Ordones - contação de estórias e direção)


E a batalha é incessante e o exercício da paciência contínuo

[...] A criança, o adolescente e, também o adulto; todos precisam conviver com essas atividades. A arte e a cultura, necessariamente tem de fazer parte integrante na vida de todas as pessoas. É um exercício da essência para ser eternizado - momento mágico e de revelação. Um momento importante para mim, foi à adesão de minha sócia Leandra que é médica e que acreditou no projeto. Quis dar, de imediato; início às atividades programadas. Num segundo momento veio a Silma e a Eliara e; agora, o Daniel Penido - todos vieram para acrescentar algo ao nosso grupo. (Vânia Ordones - contação de estórias e direção)

Serviço:
Casa - Arte & Cultura Divinópolis
Rua Itapecerica. 1414 – Sidil
Tel. (37) 3222-8877 / 8816-8493






















17 de fev. de 2011

Minha cidade lê - o apelo ao prazer da leitura


                                                                                                       
 O registro que se faz é o do encerramento do Projeto: Minha cidade Lê - uma realização da Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Secretaria de Cultura.

A secretária adjunta, Valéria Morato é quem melhor descreve esta iniciativa que contou com um público rotativo de milhares de pessoas que estiveram prestigiando o evento, na praça Governador Benedito Valadares (Santuário), no centro.
           
[...] A intenção do projeto Minha Cidade Lê é despertar o prazer e o gosto para a leitura; não só para os alunos da rede municipal de ensino como toda a comunidade divinopolitana. É um projeto que teve o seu início nas escolas, mas que tomou conta de praças, ruas, repartições públicas, nos ônibus - as pessoas foram chamadas para o prazer da leitura, através de apresentações e entregas de livros. Todos os alunos da rede municipal de ensino receberam seus livros de acordo com a sua faixa etária. Os livros doados darão início a biblioteca, particular de cada aluno. Esse mesmo aluno da rede municipal de ensino, ao 9º ano de escolaridade, já estará com a sua biblioteca particular montada e bem variada - é essa a nossa grande intenção.(Valéria Morato - secretária adjunta da Secretaria Municipal de Educação)

[...] A culminância foi à mostra do que aconteceu em todas as escolas com o envolvimento de toda comunidade. Aqui na praça do Santuário, todas as escolas mostraram seu trabalho  com a participação efetiva dos pais que colaboram muito para que viabilizássemos esta iniciativa. Também os professores, os trabalhadores da educação, abraçaram esta causa. Este foi um projeto que envolveu a todos porque entendemos que a cidade com ações desencadeadas como esta, motivada pelo poder público, passa a ser uma cidade leitora. A leitura, no nosso entendimento, é um caminho para formação de pessoas críticas, observadora dos acontecimentos a sua volta e que possa intervir na sociedade de forma correta - entendo que essa mesma sociedade, a mídia, os livros e as mensagens dos autores em seus livros sejam interpretados pela ótica e pelo entendimento de cada um. .(Valéria Morato - secretária adjunta da Secretaria Municipal de Educação)

[...] Essa é a culminância de um trabalho desenvolvido por 20 regionais. Primeira etapa do projeto: Minha Cidade Lê se deu localmente, dentro da própria escola e depois regional - com a participação de núcleos de cada região. O projeto veio dos bairros das 20 regionais de periferia para o centro”, pondera uma das coordenadoras das ações.
            Sobre a junção de secretarias para execução deste propósito. .(Valéria Morato - secretária adjunta da Secretaria Municipal de Educação)

[...] No nosso entendimento, para esse projeto específico, atuaram a Secretaria de Educação, da Cultura e também de Esportes - andaram e avançaram juntas para formação integral do ser humano.

[...] Nesse sentido, durante o ano inteiro trabalhamos em parceria com os diversos espaços disponibilizados como: a Biblioteca Pública Municipal Ataliba Lago e o projeto Boa Praça, juntamente com a Secretaria da Cultura e com nosso suporte e disponibilidade. Também o pessoal que trabalha na Secretaria de Cultura esteve envolvido no projeto: Minha Cidade Lê durante todo o tempo. O secretário de Cultura, Bernardo participou ativamente, nos momentos de formação de educadores com a perspectiva de desenvolver o gosto pela leitura. Com isso o secretário de Cultura contribuiu em muito, nos espaços de reflexão. Envolvemos também a Academia Divinopolitana de Letras e setores da sociedade que puderam colaborar. Mais de 16.500 alunos participaram ativamente do processo, na faixa etária, de 02 a 60 anos. Com a educação infantil de 02 a 05 anos, ensino fundamental, de 06 a 14 anos e alunos do Programa de alfabetização” conclui , uma das  executoras do projeto. .(Valéria Morato - secretária adjunta da Secretaria Municipal de Educação)


Estimulando o raciocínio

A interação entre pai e filha
[...] O projeto Minha Cidade Lê é muito interessante. Inclusive, minha filha participa, pois estuda na rede de municipal de ensino. Minha esposa é bibliotecária da Escola Municipal Paulo Freire - a gente está praticamente integrado nesse sistema, realizando uma disputa saudável no jogo de xadrez. É muito bom, estimula o raciocínio, sai de casa, aproveita o fim de semana. Eventos como esse deveriam acontecer mais vezes, integrando comunidade, alunos e pais - todos se interagindo entre si. É altamente recomendável. Acredito que deva sim haver uma continuidade, um aprimoramento - sendo analisados tanto os pontos positivos quanto os falhos para que possam ser corrigidos e que possa também incrementar novas ações. (Acílio, funcionário público e pai da garota Mariana da Escola Municipal São Geraldo)
 
Biblioteca Pública e sua estrutura presente no projeto:
Minha Cidade lê

A Biblioteca Pública Municipal Ataliba Lago integra com sua participação efetiva, ao projeto: Minha Cidade Lê. A Instituição Pública trouxe para a praça do Santuário toda a sua estrutura e efetivo de profissionais. A responsável pelo setor Márcia esteve também trabalhando e coordenando sua equipe.

[...] Essa é uma pequena mostra dos serviços que são prestados pela Biblioteca Pública. Não se trata de um evento organizado pela Biblioteca. Na verdade estamos dando um apoio a esta iniciativa da Secretaria Municipal de Educação. Nossa participação, eu diria ser até pequena. Nossas ações estão sendo realizadas de 13 às 17 horas com: oficina livre de pinturas, desenho a mão livre para crianças, parte do setor de livros, parte da estrutura do setor de periódicos - jornais e revistas, oficina de xadrez e parte do setor infantil com alguns títulos disponíveis. A importância da nossa participação está em tentar trazer para Biblioteca novos usuários - mostrar para o povo e na rua o que a Biblioteca oferece para seus usuários dos vários serviços e de seus setores que são disponibilizados à comunidade. Quem sabe pessoas que aqui estiveram não venham a se tornar um usuário freqüente da Biblioteca. (Márcia - coordenadora da equipe da Biblioteca Pública Municipal Ataliba Lago).   

             
                       

6 de fev. de 2011

Um homônimo que faz a diferença

É comum encontrarmos nas nossas andanças, pessoas diferentes, porém com o mesmo nome a que tratamos por homônimos. Os homônimos não se cruzam nas esquinas da vida, mas sempre são alvos de conflitos quando o assunto em pauta é finanças. Não tão raro eles se confundem apenas por terem no nome a mesma e coincidente grafia.

Em Divinópolis, são inúmeros os registros de causalidades que envolvem pessoas com histórico de vida diferente, porém possuem o mesmo nome. Seguindo essa linha de raciocínio encontramos alguns homônimos com ações e segmentos diferenciados. Alguém já afirmava que nenhum dedo é igual em diferentes mãos.

As argumentações se fazem necessárias para chegarmos a um grande objetivo – o de prestar justa homenagem a José Carlos Pereira.
Dos homônimos conhecidos e reconhecidos por Divinópolis e região encontra-se o José Pereira proprietário de uma casa de prostituição muito conhecida no passado. 

José Pereira Filho (84) também é o nome de um produtor rural – remanescente da luta constante pela sobrevivência. José Pereira, hoje é proprietário da Fazenda Boa Vista onde conserva uma vaquinha que ele mesmo gosta de ordenhar pra não enferrujar as mãos. José Pereira é quem afirma que além de alimentar, o leite da sua vaquinha, ainda cobre algumas despezinhas (risos).

Outro homônimo, bastante conhecido de todos e principalmente, no meio acadêmico é o falecido Juiz de Direito e autor da letra do hino de Divinópolis, José Pereira Brasil.





Finalmente, já na condição de homenagem póstuma, configura o nome do eterno educador e grande intelectual de estirpe: José Carlos Pereira – espiritualista de vanguarda; o quase anarquista; patrimônio da cidade.

O senhor Pereira, do bairro Porto Velho, amigo e cunhando distinto do advogado e também falecido, doutor Simão Salomé e de tantos outros guardiões da essência da cidade do Divino – todos se empenharam e lutaram com garra para que a cidade conquistasse melhores índices na educação e para que a educação, representasse a base sólida para toda e qualquer transformação.
Quem é que nunca ouviu falar ou sequer se lembra do IEC – Instituto de Educação e Cultura fundado por ele, lá no bairro Sidil? Uma escola muitíssima avançada para os propósitos da época.

Num pestanejar, parece-me que ainda o vejo caminhar pela Rua Goiás e pela Avenida 1º de junho, sempre trajando uma boina – souvenir dos militantes de carteirinha dos anos 60; mais conhecido como sendo, os anos de chumbo. Um caminhar de um senhor que se apresentava a todos, esguio e de caráter inilibado.
 
José Carlos Pereira sempre esteve de mãos estendidas a aqueles confidentes e históricos personagens que permanecem, até os dias atuais, na história de Divinópolis. O anonimato e a busca pela essência sempre foram suas principais características. Priorizava resultados e pra isso planejava.
José Pereira sempre será o homem que esteve disposto a mudar destinos, tendo como plataforma de embarque, a educação.
Educar para transformar legiões. Pode, até a princípio parecer utópico. Acreditar na essência da individualidade é perpetuar sonhos de um mundo melhor para todos, sem distinções.

“Somente pela educação chegaremos lá”, afirmava e acreditava piamente nosso educador mor - José Carlos Pereira.

Viva literalmente o Pereira onde quer que ele esteja, pois para aqueles que contribuíram e contribuem para a real evolução – esses sim; serão eternizados e mantida sua integridade por serem seres da plenitude com resignificado e com a responsabilidade de seguir evoluindo.